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setembro, 2010
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Homens, mulheres, crianças, adolescentes, adultos, idosos, ricos, pobres. Independente de sexo, idade ou classe social, todas as pessoas compram. E quando existe a possibilidade de comprar com descontos, todo mundo arregala os olhos. Melhor ainda quando são produtos e serviços que enchem os olhos de qualquer pessoa, como uma massagem, um óculos bem legal ou aquela pizza para comer com os amigos.  Tudo isso e muito mais com descontos de fazer a alegria de muita gente. Isso existe?

Existe sim e já virou febre no mundo inteiro. Recentemente chegados no Brasil, os sites de compra coletiva já devem ter surgido em alguma rede social sua ou você já deve ter ouvido algum amigo comentar sobre isso, não é verdade? (se você não conhece, pode ler abaixo uma vinculada com a explicação de como funciona).

E quanto mais benefícios esses sites oferecerem para os usuários, melhor, claro. Pensando nisso, a iNteração está lançando o seu site de compra coletiva, que estreia no Recife no próximo dia 24. É o Mina de Ofertas!!! Ele conta com diferenciais para os usuários e para as empresas que se lançarem como parceiras (com o desconto em algum produto ou serviço para ser lançado no site).

Os usuários que indicarem amigos para se cadastrarem no Mina de Ofertas ganham 10% do valor de cada compra realizada por seus indicados em créditos, que são acumulados para serem utilizados na ofertas do site. As empresas parceiras ganham com divulgação e fidelização de clientes. Isso porque o Mina de Ofertas reserva um espaço para divulgar a empresa e ainda oferece um estudo da campanha que foi realizada.

Além disso, as empresas ganham com divulgação nas redes sociais. Realizadas até mesmo pelos cadastrados no Mina. Pois todo mundo ganha com isso. Os usuários ganham com os indicados e com a ativação mais rápida da oferta e os parceiros com mais divulgação e número de compradores.

E esses são apenas alguns dos benefícios. Muitos outros estão reservados para os consumidores e parceiros. E não esqueça: o Mina de Ofertas estará no ar no próximo dia 24. E você já pode se cadastrar (aqui) e começar a divulgar o site nas suas redes sociais. Quando as ofertas estiverem no ar, você será sempre beneficiado com as suas compras e indicações. Então, cadastre-se e divulgue!

E como funciona? – A empresa por trás do site de compra coletiva (no caso do Mina, a Interação) consegue com outras empresas descontos incríveis (pelo menos 50%) em produtos e serviços oferecidos por elas. Então, o site coloca a oferta no ar e ela fica lá por um tempo determinado. Geralmente, entre 24 e 72 horas. Então, as pessoas interessadas (mas devem estar cadastradas no site, o que é super simples de fazer) compram as ofertas pelo site mesmo. O pagamento é realizado online, via cartão de crédito. Vale salientar que é super seguro. Se não fosse, não estaria fazendo tanto sucesso.

Todas as ofertas têm um número mínimo de compradores para ser ativada. Normalmente esse número fica entre 10 e 30 pessoas. A oferta ativada quer dizer que essas pessoas que compraram vão poder ir no estabelecimento da qual a oferta pertence e aproveitar a sua compra. Mas calma!!! Se a oferta não for ativada, você não gasta o seu dinheiro. Você não perde nada. Quando a oferta estiver ativa, os compradores recebem um comprovante por e-mail para levar no estabelecimento e receber a compra.


Você já deve ter ouvido falar do filme sobre o Facebook e o seu fundador, Mark Zuckerberg, não é? Inclusive já fizemos um post aqui sobre ele, com os trailers da produção. Agora, vamos falar também sobre um trailer que tem relação com este filme. Mas ele foi produzido pelo Greenpeace. Confira:

O Greenpeace produziu esta paródia para uma campanha que tem a finalidade de alertar o Facebook e as pessoas para a sustentabilidade. É que, em fevereiro deste ano, a empresa de Zuckerberg anunciou que vai utilizar energia alimentada por carvão no seu data center, em Oregon, EUA.

E, de acordo com o Greenpeace, o carvão é a fonte de energia mais suja e que gera mais poluição e aquecimento no nosso planeta. Por isso, a organização lançou a campanha, que objetiva arrecadar o maior número de cadastros possível de usuários da rede social para pressionar Mark Zuckerberg a utilizar fontes de energia mais limpas.

Quando o Facebook anunciou a construção do data center, o diretor do Greenpeace, Kumi Naidoo, chegou a escrever para Zuckerberg com um pedido para a empresa não utilizar o carvão como energia. Porém, ainda não obteve resposta da empresa ou do seu fundador. Por isso, foi lançada a campanha.

Até o momento, mais de 500 mil usuários da rede social já aderiram ao protesto. Se você também considera importante a sustentabilidade do nosso planeta e acha que o Facebook deve mudar a sua fonte de energia, clique aqui para realizar o seu cadastro e participar da campanha.


Nada de apresentar trabalhos escolares com cartolinas ou entregar para o professor uma análise em papel pautado e escrito à mão. Hoje em dia, as apresentações são feitas em PowerPoint e os trabalhos escritos enviados por e-mail ou entregues em um CD. Isso só para citar as primeiras tecnologias que invadiram as salas de aula. Cada vez mais, a evolução tecnológica está presente nas escolas e faculdades. Essa já é realidade em todo o mundo. E, além dos alunos, os professores estão cada vez mais adeptos aos recursos tecnológicos, à web e às redes sociais.

Eles procuram cada vez mais interagir com os alunos e, assim, facilitar o contato com eles e a evolução na maneira de trabalhar. Esse é um ponto muito importante, já que a tecnologia está em toda a parte e a sala de aula não poderia ficar de fora. Os educadores estão cada vez mais preocupados com isso. E, talvez, a interação seja realmente a melhor forma de unir a tecnologia com a educação.

Essa ideia foi destacada pelo finlandês Reijo Laukkanen, chefe de assuntos internacionais da Câmara de Educação da Finlândia, durante a 8ª edição do Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, de acordo com o Diario de Pernambuco. O caderno informática do jornal, nesta quarta-feira (15), contou com matéria sobre o evento e as novas tecnologias agregadas à educação.

Na apresentação do finlandês, segundo o DP, ele falou sobre o modelo de educação da Finlândia, país que não possui analfabetos e onde os professores são remunerados com cerca de R$ 5 mil por mês. A matéria destaca a afirmativa de Laukkanen de que o sucesso do país não está na tecnologia, e sim na interação dos professores com os alunos.

Então, cabe aos professores a procura pelo conhecimento dessas novidades. Além disso, o Brasil precisa investir mais na capacitação dos educadores e melhorar a remuneração. Com isso, a interação na sala de aula ganha mais um estímulo e o setor educativo é cada vez mais beneficiado. A web e as novas tecnologias estão aí para ajudar na capacitação dos educadores, nas novas formas de se trabalhar o aprendizado e para a melhor maneira de se transmitir conhecimento, já que o ambiente web permite uma maior disseminação dele.

Para ler mais sobre o assunto, vale a pena conferir a matéria do DP, assinada por Thayse Boldrini:

As tecnologias invadiram a sala de aula

Além da matéria, o caderno contou com vinculadas sobre o assunto. Muito boas também:

Dos apetrechos às redes sociais. Tudo é desafio

Interagir é o verbo

Algumas novidades

Fazer várias coisas ao mesmo tempo. Essa é uma característica do ser humano da era digital. Na internet, dificilmente estamos em apenas um site. Estamos sempre lendo, vendou ou ouvindo algo. Além disso, estamos sempre interagindo com outras pessoas através das redes sociais. Será que isso é ou não positivo? Faz bem ou não para o nosso desenvolvimento? Essas respostas serão encontradas depois que você analisar o uso que faz dessas redes.

De acordo com um estudo realizado pelo holandês Paul Kirschner, da Open University, essa febre de redes sociais gera um desempenho inferior nos acadêmicos. Para ele, o fato de o usuário ficar permanentemente conectado a um site ou realizando diversas visitas a ele, ao mesmo tempo que realiza diversas outras atividades, pode ser prejudicial.

Ele explica que esses internautas interativos precisam de mais tempo para aprender e cometem mais erros no processamento de informações. Isso porque estaria prestando atenção a várias coisas ao mesmo tempo e o cérebro se confundiria no trabalho de processamento das informações.

Existem diversas teorias modernas que explicam que o cérebro dos jovens da modernidade já estão adaptados ao processamento simultâneo de canais múltiplos de informação. Porém, Paul discorda disso completamente disso.

Para a pesquisa, que foi publicada na revista científica Computers in Human Behaviour, Kirschner entrevistou 219 estudantes de uma universidade pública holandesa. A análise dos dados revelou que usuários do Facebook apresentaram, em uma escala de um a quatro, uma nota média de 3,06. Os que não usavam a rede social tiveram desempenho 20% melhor, alcançando em média 3,82 pontos.

O estudo também concluiu que usuários do Facebook estudaram menos horas: entre uma e cinco horas por semana, em comparação com não usuários, que disseram estudar entre 11 e 15 horas por semana. Porém, Paul confessa que o estudo é preliminar e precisa ser aprofundado.

E será mesmo que o uso das redes sociais é o grande fator para esse desempenho inferior? Talvez não, já que a Internet e as redes sociais, se utilizadas da forma adequada (não podemos generalizar) colaboram e muito para o relacionamento profissional de muitas pessoas e são grandes agregadores de conhecimentos e informações.

Sempre que esse tipo de questão é levantado, devemos lembrar que se a web for utilizada de forma consciente, a tendência é sermos beneficiados por ela. A internet é, inquestionavelmente, um grande ambiente de troca de conhecimentos e que ajuda e facilita muito a vida dos seus usuários. Desde que utilizada de forma correta. E as redes sociais também.


Que as redes sociais são um sucesso no mundo inteiro e atingem todas as idades, sexo e classes sociais todo mundo já está cansado de saber. E provavelmente não é novidade para ninguém que elas estão se multiplicando de forma super rápida e atingindo diversos seguimentos. Já existem redes sociais voltadas para grupos e tipos de pessoas específicos. Estão surgindo várias com focos particulares para reunir pessoas com os mesmos gostos e perfis.

Claro que as mais populares ainda são aquelas que atingem a todos, como o Orkut, o Facebook e o Twitter. Mas você já pensou em cadastrar o seu perfil em uma rede de relacionamento que combine com a sua personalidade e que tenha características típicas suas? Se não está muito familiarizada com as redes não tão populares ainda mas que podem ter tudo a ver com você, a gente dá uma força. Confira algumas delas (umas, por sinal, bem curiosas e divertidas):

Para quem curte comer e compartilhar recomendações alimentares:
Foodspotting –  http://www.foodspotting.com/about

Para os amantes do cinema:
MovieMobz – http://www.moviemobz.com/
Flixster – http://www.flixster.com/

Para os divorciados:
Divorce360 – http://www.divorce360.com/

Para os nerds e para quem gosta deles:
Intellect Connect – http://www.intellectconnect.com/

Parta localizar os seus amigos:
Loopt – http://www.loopt.com/

Para quem gosta de dormir e se interessa por sonhos, principalmente os alheios:
Match Adream – http://www.matchadream.com/

Essa é engraçada: para as mulheres que não têm dinheiro, mas precisam de doações para realizar o sonho de colocar silicone nos seios ou fazer aquela plástica no nariz:
My Free Implants – http://myfreeimplants.com/

Já essa é muito interessante e importante: para pessoas portadoras de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) se relacionarem com outras na mesma situação:
Positive Singles – http://www.positivesingles.com/

Para os fumantes (cof, cof):
Smoking Passions – http://www.smokingpassions.com/

Para contatos profissionais:
Linkedin -  http://www.linkedin.com/

E, por último, uma já conhecido, mas que pode ajudar você a criar a sua própria rede social, se nenhuma dessas aí acima combinarem com o seu jeito de ser:
Ning – http://www.ning.com/

Para finalizar esse post, vamos deixar você por dentro da lista das 10 redes sociais mais acessadas do mundo, de acordo com o site Compete. Os números ao lado são referentes às quantidades de acessos no ano passado. Algumas não estão na nossa lista de redes específicas. Se você não as conhecer, basta clicar e conferir. De repente, interessam para você.

1º. Facebook – 1.191.373.339
2º. MySpace – 810.153.536
3º. Twitter – 54.218.731
4º. Flixster – 53.389.974
5º. Linkedin – 42.744.438
6º. Tagged – 39.630.927
7º. Classmates – 35.219.210
8º. My Year Book – 33.121.821
9º. Live Journal – 25.221.354
10º. Imeem – 22.993.608

Depoimento

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